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ALIMENTAÇÃO CORRETA BENEFICIA A SAÚDE DOS IDOSOS

Para que se tenha um bom processo de envelhecimento, é importante que a alimentação aja como aliada, pois ela pode ser ou um agente de prevenção e cura, ou um agente de perda de saúde progressiva. Dessa forma, se o idoso estiver acometido por alguma doença, é importante que ele tenha uma alimentação adequada, pois isso fará com que ele fortaleça seu sistema imunológico. O que se come, portanto, tem o poder de auxiliar consideravelmente na sua recuperação e melhorar sua qualidade de vida.

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Então, qual é a alimentação adequada para os idosos? Por causa das mudanças fisiológicas pelas quais os idosos passam, eles ficam cada vez mais suscetíveis a carências nutricionais. E é aí que se apresenta a importância de uma alimentação correta para suprir essa falta de nutrientes: é interessante investir, principalmente, em vitamina C e vitaminas do complexo B, pois elas contribuem, por exemplo, com uma boa cognição e diminuem os riscos de anemia. Para isso, deve-se comer bastantes alimentos de origem vegetal, como verduras e frutas, os quais têm considerável quantidade de vitaminas e minerais que auxiliam em uma boa proteção à saúde.

A nutricionista Josiane Siviero, professora do Centro Universitário La Salle, em Canoas, deu boas dicas para um cardápio mais saudável: investir em frutas secas, saladas e alimentos desnatados; aumentar o consumo de fibras através de verduras e frutas; reduzir o óleo nas preparações das comidas; aumentar a quantidade de refeições por dia (no mínimo 4) para que se diminua a quantidade de comida a cada prato, visto que isso favorece uma boa digestão; e beber bastante água diariamente, para manter uma boa hidratação.

Com uma boa alimentação, portanto, será possível obter uma melhor qualidade de vida na terceira idade, pois ela ajudará a combater e prevenir patologias, e até mesmo curá-las. Por isso, é necessário dar bastante atenção às refeições e ao que se está ingerindo, não esquecendo, claro, de que mesmo uma alimentação saudável deve ser prazerosa!

Fonte:

http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=578&secao=204

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A importância dos Exercícios Físicos Para Idosos

A prática de exercícios físicos na terceira idade pode trazer benefícios, como a prevenção de inflamações e até a melhora dos sintomas de depressão e ansiedade, comuns nesta fase da vida. Além disso, contribui para autonomia do idoso e uma melhor qualidade de vida. Leia mais para saber qual é a importância dos exercícios físicos para idosos.

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Benefícios dos exercícios físicos para idosos

O envelhecimento causa algumas alterações no sistema imunológico, que pode se tornar menos eficiente na medida em que envelhecemos. As inflamações que acompanham o envelhecimento são características das doenças crônicas que representam a maior parte das causas de morte na terceira idade. No entanto, a prática regular de exercícios físicos estimula o bom funcionamento do sistema imunológico e a liberação de substâncias anti-inflamatórias.

Os exercícios físicos para idosos também ajudam a melhorar a resistência muscular, a flexibilidade e a capacidade aeróbica (o que contribui para a manutenção da autonomia), a promover sensação de bem-estar e a diminuir o risco dos seguintes problemas de saúde:

  • Doenças do coração;
  • Acidente vascular cerebral (AVC);
  • Câncer de cólon e mama;
  • Diabetes tipo 2;
  • Hipertensão arterial;
  • Obesidade;
  • Osteoporose;
  • Estresse, ansiedade e a depressão.

Tipos de exercícios físicos para idosos

Veja os principais exercícios físicos para idosos:

Exercícios aeróbicos – caminhar, andar de bicicleta e subir escadas são algumas opções de exercícios aeróbicos. Eles devem ter intensidade moderada, duração de 30 minutos diários e frequência de cinco dias por semana. Se fizer com mais intensidade, diminua para 20 minutos e para três dias por semana.

Exercícios de força muscular – cada sessão de musculação deve incluir de oito a dez exercícios envolvendo os principais grupos musculares. A frequência deve ser de dois ou mais dias não consecutivos na semana. Para ampliar o desenvolvimento da força, é recomendado de dez a quinze repetições para cada grupo muscular, com um nível de esforço de moderado a intenso.

Exercícios de flexibilidade – alongamento, pilates e yoga, por exemplo, estimulam a flexibilidade e o equilíbrio do idoso, que é fator importante para prevenir lesões causadas por quedas. Faça esse tipo de exercícios duas vezes na semana, durante dez minutos no mínimo.

Cuidados ao praticar exercícios físicos para idosos

É preciso prestar atenção na modalidade, duração, frequência, intensidade e modo de progressão do exercício a ser praticado. Faça tudo no seu ritmo, sem exageros, para evitar desgastes ou lesões. Antes de praticar qualquer exercício, converse com o médico para saber qual é o mais adequado para o seu caso e tenha sempre o acompanhamento de um profissional.

Referências

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A receita para uma boa velhice

Na terceira idade, qualidade de vida é sinônimo de movimento e interação. Várias pesquisas sobre o assunto indicam que conhecer pessoas novas, conversar, trocar experiências e sentir-se útil são condições indispensáveis para o bem estar dos idosos.

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Em vista disso, para ser possível uma boa velhice, é importante que o idoso:
. mantenha uma rede familiar e de amigos de forma a preservar sua autoestima;
. tenha um ambiente saudável e agradável a fim de evitar os estresses no dia a dia;
. tenha com quem conversar e interagir;
. invista em leituras e programas que o levem a se movimentar e exercitar tanto mental quanto fisicamente;
. por fim, e o mais importante, realize tarefas relevantes que o tragam o sentimento de utilidade, que o façam se sentir importante e capaz de ainda ter autonomia.

Porém, para tudo isso, é importante que se tenha pessoas disponíveis para acompanhá-los durante suas atividades, para ouví-los e interagirem entre si. Pessoas da família são as ideais, mas é sabido que nem sempre elas têm essa disponibilidade. Dessa forma, o serviço de cuidadores mostra-se como a melhor solução, fazendo com que os nossos idosos tenham sempre alguém ao seu lado para auxiliá-los em suas tarefas. Assim, eles se veem livres da solidão e têm possibilidade de ter uma boa vida durante a velhice.

Para saber mais sobre outras formas de se preservar a saúde e bem estar dos idosos, leia a matéria abaixo e veja o que eles mesmos têm a dizer sobre o que significa ter uma boa vida na terceira idade. Clique aqui.

 

Fonte: Correio Braziliense

Postado: 25/10/2011 11:48

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A importância da água para os idosos – Hidratação

Com o avanço da idade, o índice de água no organismo diminui drasticamente, chegando a 50%, fazendo com que a desidratação em idosos ocorra mais rápida e facilmente do que se pode imaginar. Estudos apontam que a falta de água no organismo é o grande vilão que provoca a confusão mental, sintoma muito comum nessa faixa etária e que às vezes acaba sendo confundido com outras doenças e, também, queda da pressão arterial, aceleração dos batimentos cardíacos e dor no peito.

 

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Já dizia Tales de Mileto: “A água é o princípio de todas as coisas”. A água é essencialmente importante para nós e, sem a sua existência, seria impossível haver vida neste planeta. A água é considerada um recurso encontrado em abundância em nosso planeta. 70% da superfície do nosso planeta é composta por água, porém, somente 4% dessa água é doce e própria para ser consumida.

Não é nenhuma novidade a necessidade de água no nosso corpo independente dos ciclos da vida. A água é o solvente universal, necessária para todos os organismos viventes e, está presente nos líquidos corporais como o sangue.

Por ser tão importante aos organismos vivos, a sua falta pode levar a quadros graves de doenças e até mesmo à morte. Estima-se que a perda corporal de 10% de água provoca danos graves e, 20% pode levar à morte. Assim como o oxigênio que nunca pode faltar aos tecidos, a água chega a ser quase tão importante quanto.

 

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Basicamente, somos feitos de “água”. Durante a fase fetal, 100% da nossa composição é fluida, e com o desenvolvimento até a fase ‘idosa’, chegamos aos 50% de fluidos. Ou seja, um idoso de cinquenta quilos, terá a metade do seu peso em água.

E qual a função de tanta água?

São inúmeras as funções: transporte de nutrientes às células, limpar o corpo das substâncias tóxicas, ajuda na digestão, previnem câimbras, protege o coração, melhora o funcionamento do intestino, aumenta a resistência física, regula a temperatura, lubrifica, acelera reações químicas e controla a pressão sanguínea.

Quando o consumo de água ou outras bebidas é baixo o corpo faz um racionamento, diminuindo os líquidos nos órgãos “menos importantes” como a pele, cabelos, unhas e também reduz a sua excreção pela urina e suor. Mas isso pode trazer danos ao organismo; quando a urina fica escura por falta de hidratação favorecemos o crescimento de bactérias na bexiga, e com isto pode se contrair uma infecção urinária. A urina é composta de 95% de água e é através dela que nosso corpo libera substâncias tóxicas, que estão em excesso ou que não serão utilizadas no nosso organismo. Devido a isso, julga-se ideal consumir de 1,5 a 2 litros de água por dia para repor o que foi perdido.

Dicas para familiares de idosos

Muito tem se falado sobre a importância da hidratação das pessoas idosas. Com o avanço da idade, o índice de água no organismo diminui drasticamente, chegando a 50%, fazendo com que a desidratação em idosos ocorra mais rápida e facilmente do que se pode imaginar. Estudos apontam que a falta de água no organismo é o grande vilão que provoca a confusão mental, sintoma muito comum nessa faixa etária e que às vezes acaba sendo confundido com outras doenças e, também, queda da pressão arterial, aceleração dos batimentos cardíacos e dor no peito.

Porém, sabemos o quanto a oferta de água se torna complexa em alguns casos, pois, nos idosos, o mecanismo regulador que nos informa quando precisamos de água está menos eficiente. Para isso, fornecemos algumas dicas importantes tanto para os idosos quanto para os familiares para auxiliarem nesta tarefa.

– Como a desidratação nos idosos ocorre rapidamente, sugere-se que a ingestão de água deva acontecer, de forma obrigatória, a cada duas horas;

– Sempre ofereça não só água, mas também sucos ou bebidas que sejam saudáveis. Por conta da capacidade de sentir sede e aceitar água que vai diminuindo com a idade, os idosos se esquecem de beber água com muita frequência;

– Faça plaquinhas com a frase “Beba Água” e coloque próximo aos bebedouros da casa;

– Cole recadinhos na geladeira e espelhos incentivando essa prática;

– Deixe a água com um sabor suave utilizando limão, laranja, maçã, gengibre, hortelã, manjericão ou as ervas, frutas e legumes da preferência da pessoa.

– A família e os cuidadores devem sempre observar e incentivar a ingestão de água;

– Beba água e ofereça água a todos à sua volta! Beber água é prevenir doenças!

Fonte: Portal do envelhecimento

Karina Bantin
Nutricionista formada pela Universidade Nove de Julho, especializada em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho; realiza atendimento e consultoria nutricional para pessoas em todos os ciclos da vida, da gestação até a terceira idade. Mantém como foco nos tratamentos a prevenção de doenças e melhora da qualidade de vida. E-mail: karinabantin@hotmail.com

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Descoberta Causa da Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA

Pesquisa desvenda causa da Esclerose Lateral Amiotrófica
Doença está mais perto de possibilidade de cura

 

 

 

 

 

Neurônios: Em pacientes com ELA, as proteínas se aglomeram em composto tóxico que adoece a célula e a mata.

 

RIO – Doença que vem recebendo grande atenção nos últimos anos — especialmente com o “desafio do balde de gelo”, que tomou a internet em 2014 —, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) está mais perto do que jamais esteve de uma possibilidade de cura. Um dos grandes obstáculos para entender como essa doença neurodegenerativa surge é o fato de os cientistas não saberem que tipo de relação entre as células faz os neurônios motores morrerem. O mistério, porém, terminou ontem. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, divulgaram a primeira descrição científica de como as proteínas neuronais se aglomeram em um composto tóxico que torna a célula doente e, por fim, a mata.

Publicado na edição on-line da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), o estudo é considerado um passo crucial para o desenvolvimento de drogas que possam interromper a formação desses aglomerados e deter a progressão da doença, que costuma ser severa. Pacientes com ELA sofrem paralisia e morte precoce, em consequência da perda de neurônios motores, que são essenciais para se mover, falar, engolir e respirar.

O portador da doença mais conhecido mundialmente é o físico britânico Stephen Hawking, de 72 anos, que descobriu o problema aos 21 anos. Na época, os médicos chegaram a dizer que ele teria apenas alguns anos a mais de vida. Hawking, no entanto, não só superou as sombrias previsões como se tornou um dos cientistas mais respeitados do mundo depois do diagnóstico, apesar das limitações físicas impostas pela ELA.

MEDICAMENTOS À VISTA

Com o mistério sobre o surgimento da doença aparentemente resolvido, cientistas se mostram esperançosos com a possibilidade de um controle sobre este e outros males neurodegenerativos.

— Um dos maiores enigmas da saúde tem sido como lidar com doenças neurodegenerativas. Ao contrário de muitos tipos de cânceres e outras condições, nós não temos, no momento, qualquer poder contra essas doenças — destacou o autor sênior do estudo, Nikolay Dokholyan, professor de Bioquímica e Biofísica na Universidade da Carolina do Norte. — Este estudo é um grande avanço, pois lança luz sobre a origem da morte dos neurônios motores e poderá ser muito importante para a descoberta de medicamentos.

O estudo se concentra em um subconjunto de casos de ELA que estão associados a mutações em uma proteína conhecida como SOD1. Estima-se que de 1% a 2% dos pacientes têm esse tipo de variação. No entanto, mesmo no restante dos pacientes, a proteína SOD1 tem a capacidade de formar aglomerados potencialmente tóxicos no cérebro. Os pesquisadores descobriram que a SOD1 cria aglomerados temporários de três moléculas, conhecidos como trímeros, capazes de matar células neuronais motoras cultivadas em laboratório.

— Este é um passo importante porque até agora ninguém sabia exatamente quais interações tóxicas estão por trás da morte de neurônios motores em pacientes com ELA — disse Elizabeth Proctor, que é autora principal do estudo e era estudante de pós-graduação no laboratório de Dokholyan quando a pesquisa foi realizada. — Sabendo como esses trímeros são, podemos tentar projetar drogas que iriam impedir a formação deles ou sequestrá-los antes que eles possam causar danos. Estamos muito animados com as possibilidades.

CONJUNTOS SÃO A CHAVE

A relação entre a ELA e mutações da proteína SOD1 foi observada ainda no início dos anos 1990. Entretanto, a forma exata pela qual a proteína se agregava demorou mais de duas décadas para ser identificada. Um dos aspectos que dificultaram essa descoberta foi o fato de esses aglomerados tóxicos se desintegrarem pouco tempo depois de sua formação, o que faz com que eles sejam extremamente difíceis de estudar.

— Acredita-se que o que os torna tão tóxicos, em parte, é a sua instabilidade — explicou Elizabeth, que agora é pesquisadora de pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). — Sua natureza instável os torna mais reativos a partes da célula que não deveriam afetar.

Para desvendar o mistério de como é a aparência desses aglomerados e como eles afetam as células, a equipe de pesquisa usou uma combinação de modelagem computacional e experimentos em células vivas. Elizabeth passou dois anos desenvolvendo um algoritmo personalizado para determinar a estrutura dos trímeros. Esse feito foi comparado a mapear a estrutura de um novelo de lã depois de fotografar trechos apenas da sua camada mais externa e, em seguida, descobrir como todos se encaixam.

Uma vez que a estrutura dos trímeros foi estabelecida, a equipe passou vários anos desenvolvendo métodos para testar os efeitos dos trímeros em células neuronais motores cultivadas em laboratório. Os resultados foram claros: proteínas SOD1 que se ligaram em trímeros foram letais para as células neuronais motores, enquanto as outras proteínas SOD1 não prejudicaram o organismo.

Daqui para frente, a equipe pretende investigar a “cola” que mantém as trímeros unidos, a fim de encontrar drogas que possam separá-los ou evitar que eles se formem.

Além disso, dizem os estudiosos, esta descoberta pode ajudar a lançar luz sobre outras doenças neurodegenerativas, como os males de Alzheimer e de Parkinson, entre outras.

— Há muitas semelhanças entre as doenças neurodegenerativas — ressaltou o professor Nikolay Dokholyan. — O que nós encontramos aqui parece corroborar o que já se sabe sobre o Alzheimer, e se pudermos descobrir mais sobre o que acontece na ELA, existe potencial para compreender as raízes de muitas outras doenças neurodegenerativas.

Por Clarissa Pains- 29/12/2015

Leia mais sobre esse assunto em: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pesquisa-desvenda-causa-da-esclerose-lateral-amiotrofica-18378222#ixzz3vj12Lwqh

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Hidrocefalia em adultos

Diagnóstico precoce da Hidrocefalia em adultos e tratamento correto podem curar e devolver qualidade de vida ao paciente e seus familiares.

Hidrocefalia em adultos

Deficiência progressiva da memória, instabilidade para caminhar e dificuldade para reter a urina. Às vezes tidos como problemas “normais” em idosos, essas manifestações devem ser encaradas como alerta para a busca de ajuda médica: a presença dos três sintomas juntos pode indicar a hidrocefalia, doença altamente limitante provocada pelo aumento de líquido cefalorraquidiano (liquor) nas cavidades cerebrais chamadas ventrículos.

No Brasil há aproximadamente 11 mil novos casos em adultos por ano, atingindo igualmente homens e mulheres, principalmente a partir dos 65 anos. Mas, considerando que a doença é subdiagnosticada, o número é provavelmente maior.

A hidrocefalia ocorre quando o liquor, que circula pelo cérebro atuando como um sistema de proteção, não consegue ser reabsorvido. Normalmente, há cerca de 250 ml desse líquido circulando e sendo reabsorvido pelo cérebro de um indivíduo adulto, quantidade que se refaz em média três vezes por dia. Diferentemente da hidrocefalia infantil, em que ocorre a expansão da cabeça porque ainda não há consolidação óssea da caixa craniana, no adulto o liquor não reabsorvido acumula-se nos ventrículos, comprimindo estruturas cerebrais importantes e causando os três sintomas.

A hidrocefalia pode ocorrer pelo excesso de produção de liquor, causado por fatores como traumas cranianos, acidente vascular cerebral (AVC), tumores cerebrais, cirurgias cerebrais prévias e hemorragia das meninges. Também pode ser provacada quando há oclusão dos aquedutos (canais por onde circula o liquor), seja por defeito congênito ou por tumores – são casos mais raros e podem acometer pessoas de todas as idades.

A grande maioria das ocorrências de hidrocefalia em adultos idosos, porém, está associada à incapacidade do cérebro de reabsorver adequadamente o liquor, por razões ainda desconhecidas. É denominada Hidrocefalia de Pressão Normal Idiopática (sem causa definida), porque apesar do aumento dos ventrículos, a pressão do liquor é normal.

A hidrocefalia sem causa definida é também a de diagnóstico mais complexo, pois a tríade de sintomas característicos da doença (comprometimento de memória e/ou funções cognitivas, marcha irregular e incontinência urinária) está presente em outras doenças do idoso. “Mais de 90% dos pacientes que apresentam a tríade de sintomas têm hidrocefalia”, diz o dr. Reynaldo André Brandt, neurocirurgião do Einstein e presidente da mesa diretora da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

“Trata-se de uma doença extremamente limitante. O paciente não consegue se locomover e fica preso ao leito, com incontinência que favorece infecções urinárias de repetição”, observa o dr. Ivan Hideyo Okamoto, neurologista do Einstein.

Diagnóstico

O diagnóstico de hidrocefalia é feito pela história clínica e por exames de imagem que mostram os ventrículos aumentados. Quando há suspeita de HPNI, é realizado o teste terapêutico denominado Tap-Test. Inicialmente, o paciente passa por avaliação da memória cognitiva e por testes de marcha. No outro dia é submetido à punção de cerca de 30 ml de liquor retirado da coluna vertebral, o que reduz temporariamente a retenção nos ventrículos.

Os testes são repetidos após a punção. Se o paciente mostrar melhora nas funções que estavam afetadas, a HPNI fica caracterizada. “O Tap-Test é importante para a confirmação diagnóstica, pois aumenta a segurança na indicação de um procedimento cirúrgico para pacientes de mais idade”, explica o dr. Okamoto.

O Einstein foi a instituição pioneira na aplicação do Tap-Test de forma sistematizada e sem a necessidade de internação. O paciente passa pela avaliação neuropsicológica e pelo teste de marcha e, no dia seguinte, retorna para ser submetido à punção do liquor. Alguns minutos depois é reavaliado para verificar se a resposta à punção foi positiva. “Fazer a reavaliação logo após a punção melhora significativamente a precisão do exame, já que o liquor pode voltar a se acumular nos ventrículos em cerca de duas horas”, destaca o dr. Brandt.

Cirurgia eficaz e segura

A cirurgia de derivação ventrículo-peritoneal (DVP) é a indicação preferencial para o tratamento da hidrocefalia. Trata-se de um procedimento adotado já há muitas décadas com índices de eficácia e segurança superiores a 80%. Consiste na colocação de um cateter no ventrículo cerebral, ligado a uma válvula e a outro cateter, implantado na altura do pescoço e que chega até a cavidade peritoneal, na região do abdômen.

A válvula tem a função de regular o fluxo, abrindo toda vez em que há aumento dos ventrículos e drenando o excesso de liquor – levado através do cateter até a cavidade peritoneal. Os sintomas desaparecem por completo logo após o procedimento e os índices de recidiva são extremamente baixos.

O avanço da tecnologia possibilitou a criação de válvulas reguláveis que, caso seja necessário, podem ser ajustadas sem procedimentos invasivos. Antes delas qualquer problema nas válvulas exigia que fossem substituídas com a realização de nova cirurgia.

A frequente confusão dos sintomas da hidrocefalia com os de doenças como Alzheimer retarda e, muitas vezes, impede a detecção da doença. Mas, com diagnóstico precoce e tratamento correto, a hidrocefalia pode ser completamente curada, resgatando a qualidade de vida do paciente e de sua família.

Fonte: Dr. Ivan Okamoto, neurologista – CRM:62356 e Dr. Reynaldo André Brandt, neurocirurgião – CRM: 13760

http://www.einstein.br/einstein-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/hidrocefalia-em-adultos.aspx

 

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TRATAMENTO GENÉTICO PARA ALZHEIMER

Tratamento genético experimental resgatou células danificadas pelo Alzheimer

Um novo estudo mostrou que, além de conseguir recuperar neurônios em degeneração, a terapia genética experimental é segura mesmo durante períodos prolongados.

A deterioração das funções cerebrais apresentada pelos pacientes de Alzheimer dá-se pela destruição dos neurônios e suas conexões

 

 

 

 

 

A terapia genética conseguiu não só recuperar as células que estavam morrendo, como aumentou seu crescimento e induzindo-as a brotar novas fibras na região do cérebro em que foi injetada(Thinkstock/VEJA)

 

Uma terapia genética experimental conseguiu reduzir a taxa de degeneração de neurônios no cérebro de pacientes com Alzheimer. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico JAMA Neurology.

De acordo com informações do jornal britânico The Guardian, este novo estudo clínico foi o primeiro a testar a segurança do tratamento genético do fator de crescimento neuronal (NGF, na sigla em inglês) em pacientes com Alzheimer.

O NGF foi descoberto em 1940 por Rita Levi-Montalcini, que demonstrou como ele conseguia promover a sobrevivência de alguns subtipos de neurônios sensoriais durante o desenvolvimento do sistema nervoso. Desde então outras pesquisas mostraram que a técnica também promove a sobrevivência de células produtoras de acetilcolina, que morrem em pacientes com Alzheimer.

Na fase I do estudo clínico, realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, oito pacientes com Alzheimer em fase inicial tiveram o fator de crescimento neuronal injetado em uma parte de seu cérebro. Os exames, realizados após a morte dos participantes, mostraram que a terapia não só conseguiu recuperar as células que estavam morrendo, como aumentou seu crescimento e induzindo-as a “fabricar” novas fibras. Em alguns casos, esses efeitos persistiram por até 10 anos após a aplicação.

Uma terapia genética experimental conseguiu reduzir a taxa de degeneração de neurônios no cérebro de pacientes com Alzheimer. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico JAMA Neurology.

De acordo com informações do jornal britânico The Guardian, este novo estudo clínico foi o primeiro a testar a segurança do tratamento genético do fator de crescimento neuronal (NGF, na sigla em inglês) em pacientes com Alzheimer.

O NGF foi descoberto em 1940 por Rita Levi-Montalcini, que demonstrou como ele conseguia promover a sobrevivência de alguns subtipos de neurônios sensoriais durante o desenvolvimento do sistema nervoso. Desde então outras pesquisas mostraram que a técnica também promove a sobrevivência de células produtoras de acetilcolina, que morrem em pacientes com Alzheimer.

Na fase I do estudo clínico, realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, oito pacientes com Alzheimer em fase inicial tiveram o fator de crescimento neuronal injetado em uma parte de seu cérebro. Os exames, realizados após a morte dos participantes, mostraram que a terapia não só conseguiu recuperar as células que estavam morrendo, como aumentou seu crescimento e induzindo-as a “fabricar” novas fibras. Em alguns casos, esses efeitos persistiram por até 10 anos após a aplicação.

 http://veja.abril.com.br/noticia/saude/terapia-genetica-consegue-resgatar-celulas-danificadas-em-pacientes-com-alzheimer

 

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Fatores de riscos cardiovasculares podem prever o mal Alzheimer

Fatores de riscos cardiovasculares podem prever o mal de Alzheimer.

Abuso de álcool, obesidade e diabetes reduzem áreas cerebrais que influenciam na capacidade cognitiva e podem indicar início da doença


Áreas cerebrais reduzidas podem indicar início do mal de Alzheimer
Foto: Latinstock

OAK BROOK, EUA – Determinados fatores de risco cardiovasculares — como abuso de álcool, obesidade e diabetes — podem reduzir áreas do cérebro, o que seriam indicadores preditivos do mal de Alzheimer e da demência, de acordo com um estudo publicado no periódico “Radiology”.

— Nós já sabíamos que fatores de risco vasculares prejudicam o cérebro e podem resultar em déficit cognitivo — afirmou Kevin King, professor assistente de radiologia na Universidade do Sul da Califórnia em Los Angeles. — Mas nossas descobertas nos dão uma noção mais concreta sobre a relação entre o fator de risco vascular específico e a saúde cerebral.

Estudos anteriores tinham relacionado o risco cardiovascular com o declínio cognitivo, mas este novo estudo foca em itens específicos. Ele examinou três áreas do cérebro que têm relação com a recuperação da memória — hipocampo, precuneus e córtex cingulado posterior — e mostrou que a perda de volume em cada uma delas podem indicar perdas cognitivas.

Os pesquisadores avaliaram 1.629 indivíduos, divididos em dois grupos: o primeiro, com 805 participantes com menos de 50 anos; e 824 com idades a partir de 50 anos. Eles foram acompanhados por sete anos e, durante este período, faziam exames laboratoriais, ressonância magnética e testes cognitivos, usados no diagnóstico de Alzheimer e demência. Os testes com resultados mais baixos estavam ligados a volumes cerebrais menores nestas áreas pesquisadas.

O estudo mostrou que o abuso de álcool e o diabetes tinham maior relação com o volume menor total do cérebro. Já o fumo e a obesidade, com a redução do córtex cingulado posterior, área conectada à memória, além do comportamento social e emocional. Além disso, a massa menor do hipocampo estava ligada ao consumo de álcool e o fumo, enquanto que álcool e obesidade, ao precuneus reduzido.

As descobertas também sugerem que em pacientes a partir de 50 anos, hipocampo e precuneus reduzidos podem ser indicadores do declínio cognitivo, enquanto que os volumes menores do cingulado posterior são melhores preditores em pacientes com menos de 50 anos de idade.

— Ainda não temos tratamentos eficientes para o mal de Alzheimer, então foco é na prevenção — afirmou King.

Leia mais em: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/fatores-de-riscos-cardiovasculares-podem-prever-mal-de-alzheimer-16999716

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A Justiça pode amparar pacientes no acesso às novas terapias de câncer

Saiba quando a Justiça pode amparar pacientes no acesso às novas terapias de câncer

Qual o procedimento legal para conseguir que o SUS ou os planos de saúde paguem o tratamento de câncer?

Os tratamentos de câncer de forma geral são disponibilizados pelo SUS e pelos planos de saúde e ambos têm obrigação de proporcionar a terapia adequada ao paciente, por fundamentações jurídicas diversas, mas sempre baseada na indicação do médico que acompanha a evolução clínica do paciente. Aos planos de saúde compete estabelecer quais doenças terão cobertura contratual, sem poder limitar o tipo de tratamento a que deve ser submetido o paciente, tocando ao profissional da saúde, e não à seguradora, a escolha do tratamento. Havendo negativa ao tratamento prescrito pelo médico, seja pelo SUS ou pelo plano, o paciente pode optar pela via judicial.

O que fazer quando o remédio é experimental? Ou quando ele não é autorizado no Brasil mas liberado no exterior?

Para as operadoras de saúde e para o Estado, o tratamento com medicamento ainda não aprovado pela Anvisa no Brasil (mesmo com o respectivo registro em países de primeiro mundo) é considerado experimental. No entanto, deve-se ter clara a distinção entre o tratamento que a indústria farmacêutica utiliza em pacientes que se propõem a participar de pesquisas, o que representa situação muito mais frágil e polêmica, e aquele que ainda não tem o devido e completo registro na Anvisa, levando-se em consideração que é de conhecimento geral toda a morosa burocracia que envolve este órgão. Quando a medicação pretendida é indicada para o quadro clínico do paciente e já está autorizada pelas agências das regiões de primeiro mundo equivalentes à Anvisa, tais como a americana e a europeia, há suficiente segurança e comprovada eficácia para sua utilização, o que, acrescentado a outros requisitos processuais, justifica a busca judicial. O Estado e as operadoras de saúde devem ser obrigados a proporcionar a continuidade do tratamento com base em princípios constitucionais como o do direito à saúde e à vida e o da dignidade da pessoa humana, bem como pela obrigação contratual prevista no Código de Defesa do Consumidor, respectivamente, já que se trata da preservação da qualidade de vida do paciente ou também da cura da doença.

Quanto tempo leva todo o processo?

Tendo em vista a urgência comum a todos os processos para fornecimento de medicamento para casos graves, como são os oncológicos, diante da possibilidade de rápida evolução da enfermidade, o principal objetivo sempre é o deferimento do pedido em antecipação de tutela, principalmente em sede liminar, ou seja, o acesso ao medicamento para o início do tratamento antes mesmo da defesa do réu no processo. Isso acaba levando no mínimo cerca de um mês, a depender do local onde tramita o processo, pois existe o trâmite judicial para obtenção dos valores e o trâmite para a importação do medicamento. Um ponto positivo foi a instauração do processo eletrônico no âmbito federal, o que permite a atuação mais rápida e prática pelos advogados nos processos em todo o Brasil.

Quais as maiores dificuldades?

Muitos acham que se trata de um processo simples, mas para que se tenha sucesso nessas ações judiciais é imprescindível a atenção a diversos requisitos para justificar a pretensão e aos diversos entendimentos jurisprudenciais que podem levar o processo a caminhos diferentes, especialmente considerando a urgência apresentada pelos pacientes de enfermidades graves, como os oncológicos.

Quando se recorre ao SUS e não aos planos?

Considerando que todos os cidadãos têm direito constitucional à assistência integral à saúde garantida pelos entes da federação (Município, Estado e União, solidariamente) através do SUS, independentemente de possuírem também assistência privada, e que os planos de saúde têm obrigação contratual à cobertura do tratamento indicado para determinada doença do segurado, baseada no Código de Defesa do Consumidor, pode-se ajuizar a ação para fornecimento do medicamento/realização do tratamento em desfavor de ambos, quando o paciente possui plano. Caso não possua, o processo é direcionado apenas ao Estado para tratamento junto ao SUS.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/saiba-quando-justica-pode-amparar-pacientes-no-acesso-as-novas-terapias-de-cancer-16705886#ixzz3fQIjwoTV

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Estimular o cérebro retarda a doença de alzheimer

Estimular o cérebro não evita Alzheimer, mas retarda os sintomas da doença

Um estudo descobriu que ter uma vida mentalmente e socialmente ativa não previne contra a doença, mas ajuda a retardar o aparecimento de sintomas como perda de memoria e dificuldade cognitiva.
Memória: Homens com baixos níveis de determinado hormônio correm maior risco de serem diagnosticados com algum problema cognitivo, inclusive com Alzheimer

Ao contrário do que acreditava-se até então, os voluntários que relataram maiores níveis de estimulação intelectual durante sua vida não apresentaram menores níveis de placas de proteínas e outros sinais de Alzheimer, em comparação com aqueles que relataram níveis mais baixos de tais atividades(Thinkstock/VEJA)

Estimular o cérebro e manter uma vida social intensa não previnem contra o Alzheimer, mas ajuda a retardar o surgimento dos problemas de memória e outros sintomas da doença. É o que diz um estudo publicado no periódico científico Neurology.

Pesquisadores do Hospital Geral de Massachussetts e da Escola de Medicina de Harvard investigaram a conexão entre atividade cognitiva e Alzheimer em 186 voluntários saudáveis, com 74 anos, em média. Para isso, eles submeteram os participantes a exames PET, ressonância magnética e testes de raciocínio e habilidades mentais.

 Os resultados mostraram que os voluntários que foram bastante estimulados ao longo da vida não apresentaram queda nos níveis de proteínas (um sintoma da doença). Entretanto, o sinal demorou mais para se manifestar nestes pacientes. Os pesquisadores acreditam que ter uma vida social ativa e manter o cérebro estimulado são fatores que favorecem a criação de uma forte base intelectual que compensaria os efeitos da doença por um período maior.

Uma das principais frustrações do diagnóstico do Alzheimer é que ainda há poucos recursos para tratar a doença. Atualmente, os médicos orientam seus pacientes a manteren a mente ativa, com o aprendizado de idiomas, leituras, quebra-cabeças. Embora os resultados deste estudo mostrem que uma mente estimulada não afeta a biologia da doença, o simples fato de retardar os sintomas já é considerado um ótimo sinal pelos pesquisadores. As próximas pesquisas irão analisar o papel do estímulo cerebral após o diagnóstico de Alzheimer.

Alzheimer - O Alzheimer é um tipo de demência que causa problemas progressivos no raciocínio e na memoria. A causa exata da doença ainda é desconhecida, mas os cientistas já sabem que pessoas com Alzheimer têm placas formadas por depósitos da proteína beta-amiloides no cérebro e diminuição da parte conhecida como hipocampo.

Leia mais sobre esse assunto em: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/atividade-mental-e-social-nao-previne-contra-o-alzheimer-mas-retarda-os-sintomas

 

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